segunda-feira, 14 de julho de 2014

Último dia do Nos Alive



Foi com muito vento e menos festivaleiros que chegou ao fim mais uma edição do festival de Oeiras. Mas nem por isso, deixaram de se viver grandes emoções nos vários concertos deste último dia.

A abertura do palco principal ficou ao cargo das bandas portuguesas, You Can't Win Charlie Brown e The Black Mamba com a participação da cantora Aurea.

DR

Bastille e Foster the People, conseguiram cumprir o esperado, mas sem grandes surpresas.

Hugo Macedo

The Libertines, foi a banda de destaque neste terceiro dia. Apesar de serem cabeças de cartaz, a sua presença não conseguiu atrair a afluência de pessoas dos dias anteriores. Com um alinhamento que andou entre os dois álbuns “Up the Bracket”, de 2002, e “The Libertines”, de 2004.

DR

Ao contrário do palco Nos, foi no palco Heineken que houve uma maior aderência do publico, os Unknown Mortal Orchestra conseguiram convencer tudo e todos com uma grande performance. No mesmo palco, já depois das 02:00h, foi Chet Faker a encher a casa.

Rui Soares

Rui Soares

Encerra assim mais uma edição de um dos melhores festivais da Europa. Boa musica, bom ambiente, e uma excelente organização!

sábado, 12 de julho de 2014

Segundo dia do Nos Alive´14


Regressa a Portugal uma das melhores bandas de rock da actualidade
22h25 à hora marcada, começa o concerto de Black Keys, e o sentido do recinto parece ser só um, com a multidão a chegar sem parar. A banda cabeça de cartaz do segundo dia do festival, arranca com uma audiência repleta, capaz de competir com Arctic Monkeys. Influenciados por grandes referencias como Led Zeppelin, mantém vivo o rock clássico. No último acto o vocalista deixou o público em uníssono ao som de “Lonely boy”.

©Arlindo Camacho NOS ALIVE


Para encerrar a noite no palco Nos, mais um grande concerto de Buraka Som Sistema.
Os portugueses com uma carreira com quase 10 anos, chegaram e animaram a casa. Com um alinhamento que varia de temas de todos os discos até à apresentação de músicas do novo álbum. Destaca-se a performance de Blaya, que inconfundivelmente marca sempre a sua presença. Apesar do cansaço dos muitos concertos assistidos ao longo do dia, os anfitriões arrancaram as pessoas do chão, e de repente toda a gente dançava.

©Arlindo Camacho NOS ALIVE



Sam Smith, uma das revelações do segundo dia
Com palco Heineken quase lotado, o cantor mostrou ser um dos mais aguardados da noite.
O artista britânico foi uma surpresa, causou um ambiente de grande entusiasmo ao som dos seus recentes sucessos, provando que o seu talento é reconhecido não só pelo seu pais, mas também público português.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Primeiro dia do Nos Alive´14


ARCTIC MONKEYS ACTUARAM PARA MAIS DE 55 MIL FESTIVALEIROS
Os principais culpados pela lotação esgotada, superam todas as expectativas, neste primeiro dia do festival. Abriram o concerto com os principais singles do último álbum, “Do I Wanna Know?”, “Snap out of it” e “Arabella”. Não esquecendo alguns dos temas mais marcantes do seu início de carreira, a banda também tocou “I Bet You Look Good on The Dance Floor” .

©Arlindo Camacho NOS ALIVE


Imagine Dragons
não se ficam atrás e também se podem orgulhar de uma casa cheia. Este ano, num palco principal, a banda regressou a Portugal e voltou a fazer sucesso.

©Arlindo Camacho NOS ALIVE

Os Interpol, apresentaram-se com vários temas do novo álbum, mas não desiludiram os seus fans tocando também alguns dos temas mais marcantes como “Evil” ou “Narc”. Apesar do público estar satisfeito, notou-se que não era esta a banda que trouxe a maior parte de espectadores ao Alive.

Rui Soares


Já no palco Heineken destaque para os portugueses, Tiago Bettencourt, com um concerto mais intimista, Noiserv e Jacarés. Elbow, a banda de Manchester tinha também o seu espaço preenchido e soube aproveitar o público que passeava à hora de Interpol.

Rui Soares